Está na hora de comunicar e educar

Categoria Geral - 10 de outubro de 2016

Comemos e bebemos cada vez mais ciência, tecnologia embarcada em cada grão de feijão, arroz, milho, soja, porco, ave, carnes, peixes, hortaliças e frutas.

Abastecemos nossos carros com ciência e tecnologia do etanol. O açúcar nada mais tem a ver com as plantações do passado, o chocolate delicioso vem do cacau e do leite digital, e mesmo o orgânico e o biodinâmico vêm plenos de ciência, de procedimentos, de rastreabilidade e de uma tecnologia sofisticada de manejo e de mistura de flora e fauna sintrópicas e convergentes.

Por isso, a grande barreira do novo agronegócio está em falar, dialogar e educar o consumidor final, nós, eu e você.

O publicitário Nizan Guanaes disse recentemente no Global Agribusiness Fórum, em São Paulo, “se o consumidor não conhecer marcas fortes de produtos nacionais teremos menos fôlego para crescer. Por exemplo, a Suíça que não planta um pé se quer de café criou a Nespresso. Precisamos construir marcas, pois marcas significam construção de preços”.

Washington Olivetto, outro publicitário líder brasileiro, afirmou “precisamos evoluir nessa comunicação, os Estados Unidos vai da música country até a glamourização de um produto”. Por exemplo a campanha Got Milk, que foi criada para aumentar o consumo do leite e conseguiram record de consumo. Aqui no Brasil precisamos que um grupo se reúna e que faça uma vaquinha para termos campanhas educadoras que falem e eduquem o consumidor final sobre os alimentos.

Esta na hora de comunicar e educar.

Por: José Luiz Tejon

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