O agro só chegará ao trilhão com segurança no campo, remissão do Funrural e securitização

14 de julho de 2020

O PIB agropecuário de 2020 está estimado em mais de 700 bilhões de reais. Um crescimento de 8,8% em relação a 2019, apesar de toda a crise causada pelo vírus chinês.

Com esse ritmo, em 2025, chegaríamos fácil a 1 trilhão de reais de faturamento, somados a 30 milhões de novos postos de trabalho e a uma admirável e inédita liderança na produção de alimentos (vamos responder pela subsistência de aproximadamente 2 bilhões de pessoas no planeta).

Não obstante, existem alguns obstáculos no meio desse caminho, ignorados por grande parte da classe política e da opinião pública. O que as pessoas não sabem é que o Agro está prestes a colapsar.

O Presidente Bolsonaro precisa entender que esses números só são possíveis graças ao trabalho do produtor rural, dos homens e mulheres do campo. E essa classe, mais uma vez chamada a salvar a economia brasileira, carrega problemas crônicos que colocam em risco a consolidação do Brasil como celeiro do mundo.

Caos fundiário, questão indígena, invasões, endividamento, monopólios e passivo do funrural são exemplos de entraves que jamais foram enfrentados com seriedade e que precisam de uma solução rápida e eficaz.

Regularização Fundiária, Majoração do crime de invasão de terra, Securitização, desregulamentação do sistema bancário e remissão do passivo do Funrural, são medidas/remédios que se aplicados agora podem salvar o produtor em tempo e forma hábeis.

Precisamos de um autêntico pacote do Agro, um conjunto de medidas emergenciais – em todos os poderes – para impedir que milhares de agropecuaristas tombem no meio do caminho.

Sem produtor o sonho do Agro trilhão poderá ser mais uma chance desperdiçada por falta de ação dos Poderes da República.

Mas como sonhar não custa nada, vamos continuar trabalhando para que essas medidas sejam implementadas e que o Presidente da República lidere esse processo de reestruturação de um dos setores vitais para retomada do crescimento brasileiro.

Jeferson da Rocha – andaterra.org.br