Safra de laranja 2019/20 em SP e MG é reestimada em 384,87 milhões de caixas

Conceitos da marca de construções da CNH Industrial ditam tendências para o setor, enquanto fábrica de Contagem (MG) e Centro de Distribuição de Peças de Sorocaba (SP) alcançam importantes metas ambientais

Em sete décadas, marca contribuiu ativamente para o desenvolvimento do país participando de grandes obras como Furnas, Brasília, a Ponte Rio-Niterói e Itaipu

Sempre próxima do cliente e com uma linha completa de máquinas para diferentes aplicações, a New Holland Construction celebra 70 anos de Brasil acreditando no país e na América do Sul, e inovando para os desafios do futuro, para as próximas sete décadas que virão.

O espírito de união que levou ao surgimento da marca da CNH Industrial vem de uma construção sólida e conjunta, feita pelo time de especialistas e colaboradores, uma rede de concessionários em constante crescimento e evolução, e clientes, comprovada pela presença de máquinas em grandes obras que movem o país.

Uma trajetória iniciada em 1950, com a montagem de equipamentos em um galpão no bairro do Brás, em São Paulo, ampliada pelas expansões da fábrica de Contagem (MG), a partir da década de 1970, e consolidada por uma linha completa de retroescavadeiras, pás carregadeiras, motoniveladoras, escavadeiras hidráulicas, tratores de esteira, minicarregadeiras, miniescavadeiras, soluções e tecnologias – da construção ao agronegócio.

A evolução da New Holland Construction é confirmada por uma das mais completas linhas de produtos e soluções do mercado; máquinas conceito que ditam as possibilidades de futuro e tendências do setor; pela meta alcançada de Aterro Zero, tratando 100% dos resíduos gerados na fábrica do Brasil; e uma nova plataforma online de venda de peças, que conta com componentes disponíveis em qualquer lugar, dia ou hora.

A dedicação em excelência de atendimento levou a New Holland Construction a ser reconhecida, pelo segundo ano consecutivo, no Prêmio Destaque Pós-Venda 2019 da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema).

“Chegamos aos 70 anos unidos, inovando com eficiência e prontos para entregar o melhor ao mercado. Construímos, dia após dia, algo maior: o futuro do Brasil. Nos últimos 70 anos foi assim. Nas próximas sete décadas queremos fazer ainda mais”, afirma a vice-presidente da New Holland Construction para a América do Sul, Paula Araújo.

Mais 70 anos em evolução
Os próximos 70 anos da New Holland Construction serão pautados na inovação. Seu foco em evolução, aliado ao desenvolvimento de produtos, soluções e tecnologias, caminha junto com valores de sustentabilidade e responsabilidade social, construindo uma das marcas mais modernas do setor.

Alguns conceitos reforçam esse DNA: as tecnologias wi-fi e de Biometria para máquinas de construção e a retroescavadeira B95B Acessível. Os protótipos da New Holland Construction, juntos com outras ações, contribuíram para que a CNH Industrial fosse eleita uma das empresas mais inovadoras do Brasil pelo segundo ano consecutivo, no Prêmio Valor Inovação Brasil 2019, conquistando o 1º lugar no setor Automotivo e Veículos de Grande Porte e aparecendo entre as 10 mais inovadoras do país.
Reestimativa traz informações sobre chuvas e tamanho e queda de frutos nos cinco setores do parque citrícola

A safra de laranja 2019/20 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro é reestimada em 384,87 milhões de caixas, de acordo com atualização publicada em 11 de fevereiro pelo Fundecitrus. O valor é apenas 0,11% menor do que a reestimativa anterior, de dezembro de 2019, e 1,03% inferior à primeira estimativa, de maio de 2019. Da safra total, cerca de 26,85 milhões de caixas devem ser produzidas no Triângulo Mineiro.

O coordenador da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) do Fundecitrus, Vinícius Trombin, explica que a leve redução da safra foi influenciada principalmente pela variação das chuvas nas regiões que compõem o cinturão citrícola. “Isso ocorreu devido ao volume de chuvas abaixo da média no acumulado desde o início da safra até janeiro de 2020 e também ao greening [pior doença da citricultura mundial], que prejudicaram o valor total”, diz. “Nesse momento, com 96% da safra já colhida, é possível verificar que nos locais onde choveu menos, o tamanho dos frutos ficou menor. Já nas regiões com altas incidências de greening, a queda de frutos foi maior, evidenciando a correlação entre a doença e a perda de produção”, avalia.

Safra por setor: chuvas, tamanho do fruto e taxa de queda

A terceira reestimativa da safra traz informações sobre a produção nos cinco setores do parque citrícola: Norte (regiões de Altinópolis, Bebedouro e Triângulo Mineiro), Noroeste (regiões de São José do Rio Preto e Votuporanga), Centro (regiões de Brotas, Matão e Duartina), Sul (regiões de Porto Ferreira e Limeira) e Sudoeste (regiões de Avaré e Itapetininga).

Com exceção do Norte e Noroeste, todos os setores estão com acumulado negativo de chuvas, o que inibiu o crescimento das laranjas. Apesar do grande volume de chuvas neste início de fevereiro, no período de maio de 2019 a janeiro de 2020 choveu 836 milímetros na média entre as regiões, 14% abaixo da média histórica, de 975 milímetros, de acordo com dados da Somar Meteorologia.

O peso médio das laranjas é de 155,5 gramas, o que torna necessário 262,3 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg (número 0,88% menor do que a projeção inicial). No Sul e no Sudoeste, as laranjas ficaram menores do que a média, com 154,5 g e 150,6 g, respectivamente (veja no mapa abaixo). No Sudoeste estão as regiões de Avaré, Itapetininga e Limeira, que tiveram seus piores índices pluviométricos das últimas cinco safras.

A taxa média de queda de frutos é mantida em 17,63%. O Sul e o Centro tiveram os maiores índices, 22,66% e 19,09%, respectivamente (veja no mapa abaixo), e as causas mais prováveis são a alta incidência de plantas com greening e a grande quantidade de árvores com elevada severidade da doença. De acordo com o levantamento de doenças feito pelo Fundecitrus em 2019, o índice de greening no Sul é de 36,96%, e no Centro, de 30,76%, sendo significativamente mais baixos nos demais setores.

O engenheiro agrônomo do Fundecitrus Ivaldo Sala lembra que o manejo do greening dentro e fora das fazendas de citros é fundamental para conter a doença. “Os citricultores  devem manter o controle rigoroso do inseto vetor do greening, o psilídeo, no interior das propriedades e também realizar o manejo externo, que consiste na substituição de plantas hospedeiras da doença [plantas de citros sem controle e murtas] ao redor de pomares comerciais por outras frutíferas e ornamentais para evitar a infecção de novas plantas”, orienta.

Fonte: Fundecitrus

Crédito: DP Pixabay